Vida na cidade

Disciplina: Ciências
Ciclo: Ensino Fundamental – 5ª a 9ª
Assunto: Urbanização, equilíbrio ambiental, qualidade de vida, saúde, cadeias alimentares
Tipo: Texto

O livro “Vida na Cidade”, de Mônica Jakievicius, narra um passeio pela cidade de São Paulo. O personagem central é um sabiá-laranjeira, que conta tudo o que vê na cidade, fazendo piadas, tecendo comentários e ressaltando informações.

Apesar de apresentar algumas características de um personagem literário, o texto é informativo e introduz conceitos que podem ser explorados e aprofundados pelo professor de forma didática e sistematizada.

O livro aborda conceitos referentes aos animais e vegetais que compõem a fauna e a flora dos centros urbanos, possibilitando ao aluno estabelecer relações de equilíbrio, adaptação, ciclo, vida, interação e transformação nesses ambientes.

A leitura do livro pode ser feita pelo professor em sala de aula ou pelos próprios alunos, individualmente ou em grupos. É importante, na medida do possível, levantar hipóteses com os alunos, confirmá-las ou não, comentar ou explicar questões importantes do texto. As atividades complementares podem aprofundar cada assunto apresentado.

Sugestões:

  • Analisar as ilustrações (o livro traz desenhos e fotos que se misturam).
  • Confeccionar painéis com desenho e colagem sobre cadeias alimentares. (Clique aqui e veja um exemplo)
  • Dramatizar o texto, dividindo a classe em grupos que abordarão cada qual um assunto, criando um diálogo com o sabiá-laranjeira.
  • Realizar passeios onde os alunos possam observar animais e vegetais do ambiente.
  • Pesquisar e selecionar em jornais, revistas, textos e notícias informações sobre o ambiente da cidade, organizando uma hemeroteca.
  • Desenvolver campanhas, tais como “Combate ao Desperdício”, difundindo a necessidade de economizar água e papel, ou “Reciclagem do Lixo”, recolhendo papel, vidro e latas de alumínio para vender em postos de reciclagem. As campanhas podem ser iniciadas em classe, tornando-se, posteriormente, parte do projeto geral da escola.

Os fechamentos ou sistematizações podem ser feitos à medida que determinado assunto for trabalhado: qualidade de vida, equilíbrio e desequilíbrio ambiental, cadeia alimentar etc.

Referência bibliográfica:
JAKIEVICIUS, Mônica. Vida na Cidade. São Paulo: DCL Difusão Cultural do Livro, 1999.

(CC BY-NC Acervo Educarede Brasil)

Saúde do Corpo

Disciplina: Ciências
Ciclo: Ensino Fundamental – 1ª a 4ª
Assunto: Temperatura corporal, febre
Tipo: Metodologias

Ao trabalhar os conteúdos referentes à saúde do corpo, o professor pode criar um clima propício em sala de aula para que as crianças construam alguns conceitos relacionados à febre, seus sintomas e controle.

A atividade pode ser iniciada com uma conversa entre os alunos sobre a questão da febre.

Sugestão:

  • O que é ter febre?
  • Qual é a temperatura normal de nosso corpo?
  • Qual é a temperatura do nosso corpo quando estamos com febre?
  • O que provoca a febre?
  • O que as pessoas sentem quando têm febre?
  • A febre ajuda o organismo em alguma coisa, ou só atrapalha?Observação: É importante que o professor diga aos alunos que a febre é uma manifestação de saúde do organismo. Ela faz com que o metabolismo seja acelerado e, com ele, o combate feito pelo sistema imunológico à infecção. Ao mesmo tempo, a febre é um indicador de que uma infecção deve estar em curso.Essa conversa poderá tratar de conceitos como febre, termômetro clínico, doenças, sintomas, entre outros.

    Ao final dos comentários, o professor pode convidar os alunos a escreverem individualmente um pequeno texto sobre o que cada um considerou mais importante durante a conversa.

    A seguir, direciona o trabalho para a realização de uma investigação de ocorrências de febre na vida da criança e de seus familiares.

    É interessante iniciar a pesquisa investigatória planejando como os alunos podem se informar sobre o assunto e focalizando os seguintes aspectos:

  • início da febre;
  • evolução do quadro;
  • temperatura máxima atingida;
  • tempo de evolução do processo até o desaparecimento da febre;
  • formas de tratamento utilizadas;
  • remédios usados;
  • cuidados tomados;
  • como a pessoa se sentiu e vivenciou o problema.Após a pesquisa, o professor solicita aos alunos (em grupos de quatro) que socializem os casos e registrem no quadro de giz as informações mais relevantes para o grupo usando os mesmos itens discutidos durante o trabalho em campo.Na síntese geral feita pela classe, o professor coordena as apresentações de cada grupo, registrando no quadro de giz os aspectos apresentados pelos alunos referentes à temperatura corporal – febre, organizando um relatório com base nas semelhanças e diferenças apresentadas nos relatos dos alunos, enfatizando os seguintes aspectos:
  • Temperatura corporal – temperatura normal: conceito de febre.
  • Causas – o que pode provocar a febre (infecção viral ou bacteriana).
  • Sintomas da febre – como o corpo reage e a pessoa se sente.
  • Tratamento e prevenção.
    Ela é feita coletivamente, e cada aluno faz as devidas anotações no próprio caderno.A avaliação é feita ao longo do processo, considerando-se o produto das diferentes atividades realizadas pelo aluno.O professor pode enriquecer a proposta ao pedir aos alunos que criem “slogans” de prevenção às doenças, fixando cartazes na escola ou na própria classe.

Texto original: Vera Lúcia Moreira
Edição: Equipe EducaRede

(CC BY-NC Acervo Educarede Brasil)

Higiene Corporal, Saúde e Sexualidade

Disciplina: Ciências
Ciclo: Ensino Fundamental – 5ª a 9ª
Assunto: Higiene do Corpo
Tipo: Metodologias

A puberdade traz novas necessidades de cuidado com o corpo e com a higiene. O professor, ao abordar a saúde do corpo humano, deve ter em mente que os conhecimentos e as informações referentes à higiene pessoal precisam ser trabalhados, porque na adolescência aparecem novos hormônios e funções que produzem odores e secreções (vaginal e peniana).

A falta de higiene pode acentuar cheiros desagradáveis e causar inflamações no pênis pelo acúmulo de bactérias, caso não se faça a higienização no prepúcio, irritação vaginal durante a menstruação, quando a limpeza for insuficiente, e mau cheiro pelo excesso de suor nas axilas, pés e pele.

A partir da puberdade, esses fatores podem interferir não só no aspecto físico como nas relações interpessoais do jovem. A higiene pessoal adequada favorece as ligações afetivo-sociais da idade, fortalecendo a confiança em si e no outro, e uma auto-estima positiva.

A elaboração de uma propaganda por meio da confecção de outdoors pode favorecer a abordagem desse assunto de forma participativa, reflexiva e integrada a outras áreas do conhecimento.

A atividade consiste em escrever em oito tiras de papel os temas abaixo relacionados, dividir a classe em oito grupos e solicitar a cada um deles que sorteie uma tira de papel. Cada tema será tratado por dois grupos.

Temas:

1. Aparência e cuidados com a higiene
Cabelos – Rosto – Olhos – Ouvidos – Nariz – Boca

2. Aparência e cuidados com a higiene
Corpo – Pele – Pés – Axilas

3. Aparência e cuidados com a higiene
Órgãos genitais masculinos

4. Aparência e cuidados com a higiene
Órgãos genitais femininos

Para a pesquisa de conteúdos, coleta de informações e fatos, cada grupo receberá materiais previamente selecionados pelo professor, que podem ser revistas, folhetos, livros didáticos ou paradidáticos.

Após a pesquisa orientada pelo professor, cada grupo desenvolve um outdoor para uma campanha publicitária, cujo objetivo é promover a boa higiene e a boa aparência como um meio de viver com saúde e prazer.

O público-alvo da campanha é constituído pelos colegas de classe. Para confeccionar o outdoor, pode-se utilizar cartolina, canetas coloridas, revistas, tesoura, cola ou desenhos dos próprios alunos. O professor de português poderá participar da atividade, por meio de leitura e escrita de textos publicitários, comparando-os e estabelecendo, com os alunos, suas características.

A propaganda deve enfatizar os seguintes pontos:

  • Por que é importante manter uma boa higiene?
  • O que significa ter uma boa aparência?
  • Cuidados gerais de higiene e o que muda na adolescência.

No fim, é interessante montar uma exposição dos outdoors confeccionados pelos alunos. O professor deve estimular uma discussão sobre o que sentiram no decorrer da atividade e fazer um resumo dos principais pontos que surgirem.

A avaliação dos resultados pode ser feita por meio do próprio conteúdo dos cartazes e do posicionamento da classe em relação aos trabalhos.

Texto original: Vera Lúcia Moreira
Edição: Equipe EducaRede

(CC BY-NC Acervo Educarede Brasil)

DST e Aids

Disciplina: Ciências
Ciclo: Ensino Fundamental – 5ª a 9ª
Assunto: Doenças sexualmente transmissíveis
Tipo: Metodologias

Ao abordar os conteúdos relativos a DST e Aids, é importante partir das concepções que os adolescentes têm a respeito do assunto. Assim, é preciso criar oportunidade para que o jovem dialogue sobre o assunto, avalie a exatidão e utilidade das informações que possui, distinguindo fatos científicos de crenças e superstições.

Ao introduzir o assunto, o professor pode utilizar uma dinâmica que auxilie o aluno a refletir e a sentir-se à vontade para expressar sentimentos. Forme grupos de cinco alunos e distribua para eles cartolina ou papel pardo, cola, lápis de cor e revistas. Solicite que conversem sobre o que sentem a respeito das DST e Aids (medo, indiferença, preocupação etc) e o porquê desse sentimento. Cada grupo deverá representar o que foi discutido por meio de uma imagem, utilizando desenho e colagem.

Proponha aos grupos que compartilhem com a classe o significado da representação centrando o debate nos seguintes pontos: sentimentos, crenças e temores mais comuns diante de DST e Aids.

Anote as questões dos grupos e, para a aula seguinte, organize informações úteis ao grupo. Use textos, livro didático, filmes ou outro material pertinente.

Texto original: Vera Lúcia Moreira
Edição: Equipe EducaRede

(CC BY-NC Acervo Educarede Brasil)

Sexo ou não

Disciplina: Biologia
Ciclo: Ensino Médio
Assunto: Biologia geral, ética, população, seres vivos
Tipo: Materiais didáticos

Objetivo:  Reconhecer o modo de atuação de alguns métodos anticoncepcionais; emitir julgamentos sobre alguns métodos anticoncepcionais; relacionar a biologia do espermatozóide e do óvulo aos métodos anticoncepcionais; construir quadros-resumo.

Pré-Requisito: Não é necessário.

Autoria: Miguel Thompson, Rodrigo Venturoso, Anna Christina de Azevedo Nascimento, Wellington Moura Maciel, Diogo Pontual, Juliana Rangel, Silvana Nietske, Kleber Sales – SEED/MEC

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Texto Original: Rived

(CC BY-NC Acervo Educarede Brasil)

O milagre da vida: Sexualidade Humana

Disciplina: Biologia
Ciclo: Ensino Médio
Assunto: Anatomia, biologia geral, ética, fisiologia, população, seres vivos
Tipo: Materiais didáticos

Objetivo:  Conhecer os sistemas genitais feminino e masculino; Conhecer os modos de ação, vantagens e desvantagens dos métodos anticoncepcionais; compreender o controle hormonal da gametogênese e os eventos ovariano e uterino no ciclo menstrual; explicar os eventos associados a concepção, gravidez e parto; compreender as transformações orgânicas e comportamentais do adolescente.- (R.O) julgar comportamentos relacionados à transmissão e a importância da prevenção da AIDS, gonorréia e sífilis. -(R.O) Julgar situações como: gravidez e responsabilidade na adolescência, aborto. -(R.O); Reconhecer que a sexualidade humana tem diferentes expressões.

Pré-Requisito: Julgar o conteúdo de um texto; Conhecer as relações dos seres vivos na biosfera; Compreender que os sistemas fisiológicos nos seres vivos estão integrados; Explicar estrutura e função celular; Interpretar gráficos e tabelas.

Autoria: Miguel Thompson, Rodrigo Venturoso, Anna Christina de Azevedo Nascimento, Wellington Moura Maciel, Diogo Pontual, Juliana Rangel, Silvana Nietske, Kleber Sales – SEED/MEC

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Texto Original: Rived

(CC BY-NC Acervo Educarede Brasil)

O método da tabelinha

Disciplina: Biologia
Ciclo: Ensino Médio
Assunto: Biologia geral, ética, população
Tipo: Materiais didáticos

Objetivo:
– Exprimir-se oralmente com correção e clareza, usando a terminologia correta.
– Produzir textos adequados para relatar experiências, formular dúvidas ou apresentar conclusões.
– Utilizar as tecnologias básicas de redação e informação, como computadores.
– Formular questões a partir de situações reais e compreender aquelas já enunciadas.
– Elaborar estratégias de enfrentamento das questões.
– Utilizar elementos e conhecimentos científicos e tecnológicos para diagnosticar e equacionar questões sociais e ambientais.
– Conhecer diferentes formas de obter informações (observação, experimento, leitura de texto e imagem, entrevista), selecionando aquelas pertinentes ao tema biológico em estudo.

Observações: Como é um assunto polêmico, é interessante que o professor mantenha neutralidade ou pelo menos, não tente influenciar os estudantes.

Autoria: Miguel Thompson, Rodrigo Venturoso, Anna Christina de Azevedo Nascimento, Wellington Moura Maciel, Diogo Pontual, Juliana Rangel, Silvana Nietske, Kleber Sales – SEED/MEC

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Texto Original: Rived

(CC BY-NC Acervo Educarede Brasil)

O caso do rebanho de Jacó

Disciplina: Biologia
Ciclo: Ensino Médio
Assunto: Biodiversidade, evolução, genética, população, probabilidade, saúde, seres vivos, sexualidade
Tipo: Materiais didáticos

Objetivo:  Reconhecer que indivíduos que apresentam um mesmo fenótipo podem apresentar genótipos diferentes. Elaborar suposições sobre o fenômeno estudado.

Pré-Requisito: Não há.

Observações: Dentre as idéias iniciais, caso o professor encontre um predomínio de palavras como DNA, gene, cromossomo, material genético, ele deve realizar a atividade 4 para organizar tais idéias. Nesse caso, a atividade 2 será realizada em outro momento. Caso o predomínio seja de expressões como gametas, dominante, recessivo, heterozigoto, homozigoto, o professor pode prosseguir com a atividade 2.

Autoria: Miguel Thompson, Rodrigo Venturoso, Anna Christina de Azevedo Nascimento, Wellington Moura Maciel, Diogo Pontual, Juliana Rangel, Silvana Nietske, Danilson de Carvalho – SEED/MEC

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Texto Original: Rived

(CC BY-NC Acervo Educarede Brasil)

Genética – As idéias de Mendel

Disciplina: Biologia
Ciclo: Ensino Médio
Assunto: Estatística, genética, probabilidade, saúde, sexualidade
Tipo: Materiais didáticos

Objetivo:  Relacionar os conceitos de célula, gene, alelos, DNA e cromossomo; reconhecer que indivíduos que apresentam um mesmo fenótipo podem apresentar genótipos diferentes; elaborar suposições sobre os fenômenos estudados; elaborar esquemas para resumir os experimentos de Mendel; interpretar textos sobre célula, cromossomos, DNA, etc; compreender algumas das idéias apresentadas por Mendel, principalmente a segregação dos fatores; conhecer os experimentos que permitiram Mendel chegar as idéias de segregação dos fatores; propor hipóteses sobre herança aplicando as idéias de Mendel; testar hipóteses sobre herança; relacionar os conceitos modernos da Genética com as idéias de Mendel.

Pré-Requisito: O aluno deve ter trabalhado os tópicos de Citologia e a reprodução (principalmente a de angiospermas).

Autoria: Miguel Thompson, Rodrigo Venturoso, Anna Christina de Azevedo Nascimento, Wellington Moura Maciel, Diogo Pontual, Juliana Rangel, Silvana Nietske, Danilson de Carvalho – RIVED/SEED/MEC

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Texto Original: Rived

(CC BY-NC Acervo Educarede Brasil)

Ciclo Menstrual

Disciplina: Biologia
Ciclo: Ensino Médio
Assunto: Biologia geral, ética, genética, seres vivos
Tipo: Materiais didáticos

Objetivo:  Interpretar e utilizar diferentes formas de representação (tabelas, gráficos, expressões, ícones…); identificar, analisar e aplicar conhecimentos sobre valores de variáveis, representados em gráficos, diagramas ou expressões algébricas, realizando previsão de tendências, extrapolações, interpolações e interpretações; formular questões a partir de situações reais e compreender aquelas já enunciadas; prever o período fértil de uma mulher; julgar ações de intervenção, identificando aquelas que visam à preservação e à implementação da saúde individual, coletiva e do ambiente. Identificar as relações entre o conhecimento científico e o desenvolvimento tecnológico, considerando a preservação da vida, as condições de vida e as concepções de desenvolvimento sustentável.

Pré-Requisito: Compreender que os sistemas fisiológicos nos seres vivos estão integrados; Descrever dados apresentados em gráficos.

Observações: É importante que o professor entenda que a discussão não deve se limitar aos aspectos biológicos. Por outro lado, quando o assunto suscitar o juízo de valores, o professor deve tomar cuidado para não inculcar nos estudantes seus próprios valores. Sobretudo, os estudantes devem discutir entre si a questão da contracepção.

Autoria: Miguel Thompson, Rodrigo Venturoso, Anna Christina de Azevedo Nascimento, Wellington Moura Maciel, Diogo Pontual, Juliana Rangel, Silvana Nietske, Kleber Sales – SEED/MEC

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Texto Original: RIVED

(CC BY-NC Acervo Educarede Brasil)