Vida no Jardim: plantas e animais

Disciplina: Ciências
Ciclo: Ensino Fundamental – 1ª a 4ª
Assunto: Seres vivos: plantas e animais, ciclo, equilíbrio, adaptação, vida
Tipo: Metodologias

O livro “Vida no Jardim” envolve animais e plantas que vivem ou freqüentam os jardins dos centros urbanos como praças, parques, casas, condomínios.

O texto enfoca uma visita a um desses espaços da cidade, contando como vivem alguns animais e plantas, o que comem, que relações estabelecem com os outros seres vivos e algumas das adaptações que fazem para sobreviver nesse ambiente. Em cada página há atividades lúdicas, estimulando os alunos a procurarem animais escondidos, verificarem a quantidade de alguns e reconhecê-los no ambiente ilustrado.

O livro é composto por ilustrações que misturam desenhos e fotos de seres vivos, retratando de forma atraente e dinâmica o ambiente real. O texto aborda conceitos e conteúdos de forma não sistematizada. Convida as crianças a observarem os jardins, identificando o que conhecem e o que não é percebido: cadeias e teias alimentares, relação presa–predador, equilíbrio e desequilíbrio ambiental, comportamento animal, ciclo de vida, adaptações dos seres ao ambiente. Além disso, permite abordar a intervenção de agentes externos ao ambiente com atitudes destruidoras, tais como a utilização de inseticidas, a eliminação de plantas, entre outros. Há atividades complementares ao final do texto e encarte de orientação aos professores.

Antes da leitura é recomendável que os alunos manipulem o livro livremente, ressaltando suas características: ilustrações, formato, número de páginas, dados sobre o escritor e o ilustrador. O professor pode pedir às crianças para identificar o que é desenho ou foto, animais ou plantas conhecidas ou desconhecidas.

A leitura propriamente dita deve ser feita pelo professor, por partes, possibilitando comentários, explicações ou fatos pertinentes.

Após a leitura ou conforme o momento da leitura, é possível desenvolver atividades de aprofundamento, tais como:

Visita a um jardim

  • Incentivar os alunos a identificarem, nos locais das observações, plantas e animais que estejam no livro é uma ótima atividade de observação. O professor divide a classe em grupos e seleciona o que eles vão observar. Que características estão na foto, ou desenho, que garantem que aquela planta é a mesma que está no jardim? Qual o nome dado pelos cientistas a esse bicho que aqui a gente chama de ….?
  • Após a visita, o professor organiza coletivamente as informações e cada grupo elabora um texto com desenhos ou fotos. Outros locais podem ser estudados: as proximidades da escola, a própria escola, a rua etc., dependendo da região.

Escrita de texto

  • Com base na leitura, os alunos podem fazer um relato do que observaram. “Vimos que na praça existem tais e tais plantas, um tipo de bicho que parece um grilo e que não vimos no livro…” e assim por diante. Os textos podem ser expostos no mural da classe ou organizados em pequenos livros.

Exposição de desenhos de observação dos animais e plantas

  • Solicite aos alunos que, em grupos, observem e desenhem animais e plantas e, depois, montem uma exposição. Junto à amostra deverá constar um pequeno relato das características e modo de vida do animal ou planta.

Observação:

  • Para trabalhar cadeia e teias alimentares utilize o vídeo Ciências – Ecologia e Meio Ambiente – Volume 6: Os Seres Vivos – SBJ Produções – Rua Campevas, 313 – cj. 12 – Perdizes – São Paulo – SP – CEP 05016-010.

Texto Original: Vera Lúcia Moreira

Edição: Equipe EducaRede

(CC BY-NC Acervo Educarede Brasil)

Plantas aquáticas

Disciplina: Ciências
Ciclo: Ensino Fundamental – 1ª a 4ª
Assunto: Fotossíntese, reprodução assexuada da planta
Tipo: Metodologias

Os conceitos de fotossíntese e reprodução assexuada das plantas são abstratos para os alunos da 4ª série. Um aquário com plantas aquáticas é um recurso que facilita a observação e a compreensão desses fenômenos.

Para preparar a atividade, o professor traz à sala de aula um aquário simples e cobre o fundo com uma camada de pedras. Nestas, espeta três ou quatro espécies de plantas aquáticas, que podem ser: aguapé, alface d’água ou salvínia. Essas plantas podem ser encontradas em qualquer casa especializada em peixes ou animais. Adiciona-se água até encher o recipiente.

Está pronto um pequeno laboratório, por meio do qual o professor pode mostrar que as plantas respiram, realizam fotossíntese e se reproduzem.

O professor direciona a observação dos alunos para perceberem que:

  • Quando a luz do sol incide diretamente no aquário, surgem bolhas na água. Isso indica que o processo de fotossíntese (ver abaixo) produz mais oxigênio;
  • Se alguns pedaços de caule ou pequenas raízes das plantas forem colocados na água, eles crescem normalmente, exemplificando uma forma de reprodução assexuada (ver abaixo);
  • Com excesso de luz e ausência de animais (peixes), haverá uma superpopulação de plantas, tornando a água turva. Essa situação remete à noção de equilíbrio ecológico, porque demonstra que a ausência de animais que se alimentem das plantas e que absorvam o oxigênio produzido por elas provoca interferência na vida saudável das plantas aquáticas.Com essas observações, os alunos podem acompanhar de perto alguns fenômenos de sistemas ecológicos, que ocorrem de maneira dispersa na natureza.Depois, o professor pode solicitar aos alunos a leitura de textos informativos sobre o assunto. Por fim, elabora um texto coletivo, anotando na lousa as observações e informações coletadas por eles. Faz intervenções para organizar os conhecimentos, enfatizando os conceitos e os processos de fotossíntese e reprodução assexuada das plantas.


    Fotossíntese: os vegetais produzem o seu próprio alimento, obtendo a glicose a partir da combinação de água, luz solar e gás carbônico. Essa reação libera o oxigênio das folhas submersas, em forma de bolhas. Na respiração, o gás carbônico é liberado e o oxigênio transforma a glicose em energia.

    Reprodução Assexuada: nesse tipo de reprodução, uma parte isolada da planta é capaz de criar cópias dela mesma.

Texto original: Vera Lúcia Moreira
Edição: Equipe EducaRede

(CC BY-NC Acervo Educarede Brasil)

A História de uma Folha

Disciplina: Ciências
Ciclo: Ensino Fundamental – 1ª a 4ª
Assunto: Partes da planta, folha
Tipo: Texto

O livro “A História de uma Folha”, de Leo Buxcaglia, pode ser uma boa opção para trabalhar o conteúdo Seres Vivos com alunos de 3ª e 4ª séries, introduzindo o tema das plantas e o estudo mais aprofundado das folhas: suas partes, pigmentos, fisiologia.

O livro narra a história de uma folha que, ao crescer, encontra um amigo chamado Daniel. Esse amigo explica a ela todos os fenômenos que ocorrem durante as estações do ano, as características climáticas, a influência do sol e do vento na vida das folhas e questões referentes ao ciclo da vida.

Na história, a folha vive todas as fases de sua vida com intensidade e, um dia, sente-se flutuando em direção ao solo. Ao olhar para a árvore, percebe o começo de um novo ciclo da vida.

Depois de ler o texto com os alunos, o professor pode fazer uma roda e estimular uma conversa sobre o que leram e as experiências que eles têm com plantas, abordando os seguintes tópicos:

  • Vida das folhas
  • Semelhanças e diferenças entre as folhas
  • Influências do clima na vida das plantas
  • Ciclo da vidaNas aulas seguintes, o professor propõe a elaboração de um herbário (álbum com exemplares vivos) e, para isso, solicita que as crianças tragam de casa ou coletem nas proximidades da escola algumas folhas de vegetais.Em sala de aula, os alunos reúnem-se em grupos de quatro participantes. Cada grupo analisa o seu material, observando as diferentes formas que as folhas possuem. Devem identificar com que se parece cada folha, associando a forma de cada uma delas a objetos conhecidos, por exemplo: coração, grão de feijão, ponta de lança, fio de cabelo, estrela.

    Esse trabalho de análise do material recolhido propicia o desenvolvimento das habilidades de observação, a partir da busca de padrões de classificação das folhas: cor, tamanho, reação ao tato (macio/áspero), tipo de borda, nervuras.

    Para subsidiar o trabalho dos alunos, o professor pode trazer, entre outras, informações sobre:

  • As partes da folha: limbo, pecíolo, bainha.
  • Os pigmentos que estão presentes nas folhas: clorofila, xantofila.
  • Possíveis formas de classificação da borda da folha: lisa, serrilhada.
  • Fisiologia da folha: função das nervuras e dos pêlos.

Depois da etapa de classificação do material, cada grupo monta um cartaz com as folhas recolhidas, colocando os nomes criados e/ou convencionados pelos próprios alunos para cada uma delas e apresentam seu trabalho para a classe.

É interessante que o próximo passo da atividade seja a consulta de bibliografia específica sobre folhas de vegetais (enciclopédia, livro didático ou paradidático), para que os alunos conheçam a classificação e a nomenclatura oficiais.

Referência:
BUXCAGLIA, Leo. A História de uma Folha. Rio de Janeiro: Record, 1999.

Texto original: Vera Lúcia Moreira
Edição: Equipe EducaRede

(CC BY-NC Acervo Educarede Brasil)

Quanto de água as plantas consomem?

Disciplina: Biologia
Ciclo: Ensino Médio
Assunto: Botânica, ecologia
Tipo: Metodologias

A água é um elemento essencial a qualquer ser vivo. Nas plantas, ela é indispensável para o funcionamento de todo metabolismo. A seiva bruta (água e sais minerais), por exemplo, é transportada da raiz às folhas de forma contínua, graças a uma característica particular da água, que é a coesão entre suas moléculas.

Segundo a teoria da Tensão-Coesão, o transporte da seiva bruta das plantas se dá devido à coesão das moléculas de água dentro dos finíssimos vasos xilemáticos (que são constituídos de células sobrepostas, formando colunas ininterruptas entre as raízes e as folhas, favorecendo o transporte de seiva bruta pela planta), e à tensão gerada pela perda de água em função da transpiração. Dessa forma, a perda de água pelas folhas promove a absorção de água pelas raízes.

Quanto de água uma planta consome?

Essa questão pode ser trabalhada com os alunos de uma forma experimental, na qual é possível avaliar esse consumo em diferentes condições.

A classe deve ser organizada em grupos de três alunos, e cada trio monta um experimento próprio. O trio é importante para que as medições possam ser realizadas mais de uma vez por dia, a partir de um cronograma elaborado pelos componentes do grupo.

Material necessário:

  • Ramos de 15 a 20 centímetros de plantas ornamentais, como hibisco, fícus, unha-de-gato, entre outras.
  • Seringas plásticas de 10 ou 20 mililitros, com êmbolo.
  • Água de torneira.
  • Estante ou suporte para manter as seringas em posição vertical.
  • Vaselina sólida, graxa ou goma de mascar.Como fazer:
  • Retirar as folhas da base do ramo, deixando apenas quatro ou seis folhas na extremidade oposta. As folhas devem ser retiradas com cuidado, para não lesar o caule.
  • Introduzir o caule pelo orifício da seringa (o comprimento do caule deve ser um pouco menor que o da seringa).
  • Vedar o orifício da seringa com vaselina, graxa ou goma de mascar, para que não haja perda de água.
  • Colocar água na seringa, deixando um espaço de cerca de dois centímetros para colocar o êmbolo.
  • Escrever em um caderno de registro qual o volume original de água, para posterior acompanhamento.
  • Colocar o êmbolo e manter a planta em local iluminado, porém não exposta diretamente ao sol.

Durante três ou quatro dias, os alunos devem medir o consumo de água da planta. Isso é possível observando-se a diferença entre o volume original de água no interior da seringa, registrado logo após a montagem do experimento, e os volumes medidos em dias sucessivos.

Após essa experiência inicial, os alunos podem testar o efeito da luz sobre o consumo de água pela planta, comparando o consumo de diversos ramos mantidos em locais com diferentes intensidades luminosas.

É possível alterar a intensidade de luz que incide sobre a planta colocando-a em locais que recebam mais ou menos luz. Podem-se experimentar variações no tipo de luz que as plantas recebem, colocando-as em uma caixa de sapato sem tampa e sem fundo, recoberta com papel celofane de diferentes cores, como vermelho, azul, verde e amarelo. Alguns alunos podem cobrir suas plantas com um saco plástico transparente, deixando-a nas mesmas condições originais de iluminação.

Todos os alunos devem medir e registrar o consumo de água e comparar com o consumo original, acompanhando o experimento por, aproximadamente, uma semana. Sempre que necessário, o volume de água da seringa deve ser completado, para que a planta não seque.

Os registros devem ser feitos a partir de um padrão preestabelecido com a classe. Pode-se organizar uma tabela, na qual os resultados sejam facilmente compartilhados entre os diferentes grupos. Além de padronizar o registro, é importante também padronizar a planta a ser utilizada, o número de folhas e a aparência do ramo.

Os alunos podem comparar os resultados e elaborar hipóteses para explicar as diferenças no consumo observadas nas diversas condições.

Por último, o professor pode pedir a elaboração e a realização de experimentos que testem tais hipóteses. Por exemplo, caso surja a hipótese de que a luz estimula a transpiração, os alunos podem montar uma seringa com uma planta que é deixada por um dia em condições de baixa luminosidade e outra sob alta intensidade de luz. Em cada situação, as medidas de consumo devem ser tomadas pelo menos quatro vezes.

Texto original: Paulo Roberto da Cunha
Edição: Equipe EducaRede

(CC BY-NC Acervo Educarede Brasil)

O desenvolvimento da agricultura e a destruição do cerrado

Disciplina: Biologia
Ciclo: Ensino Médio
Assunto: Preservação ambiental e desenvolvimento econômico
Tipo: Metodologias

Atualmente, no Brasil, vivemos alguns dilemas ambientais importantes. Um deles diz respeito ao uso intensivo do cerrado para a produção agrícola, particularmente de soja, arroz e feijão.

O cerrado é o segundo bioma em área no Brasil. Localizado quase inteiramente na região Centro-Oeste, esse bioma, também conhecido como savana brasileira, tem como paisagem característica uma vegetação baixa de gramíneas (campos) com árvores baixas, dispersas e espaçadas. Essas árvores apresentam troncos retorcidos e com cascas grossas que as protegem do fogo, bastante comum em épocas de seca.

Desde a transferência da capital do País para Brasília, nos anos 1960, a utilização do cerrado para a criação de gado tem aumentado consideravelmente. Até os anos 1980, as terras desse bioma eram consideradas impróprias para o plantio. No entanto, técnicas modernas de correção do solo, com uso intensivo de adubos químicos e defensivos agrícolas (agrotóxicos), têm proporcionado um aumento vertiginoso da produção de soja, que é exportada principalmente para a Europa. Nos últimos anos, a produção de algodão passa pelo mesmo processo.

Este é um exemplo complexo e interessante que envolve:

  • de um lado, a necessidade de produção e geração de riquezas para o País;
  • de outro, o problema da preservação ambiental e da sobrevivência de populações nativas (em particular os índios), que são expulsas de suas terras de origem pela expansão da monocultura intensiva ocorrida nas últimas décadas nos Estados de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás e Tocantins, principalmente.

O principal objetivo dessa atividade é estimular o debate sobre esse problema. Um modo interessante para trabalhar esse tema com os alunos é dividir a classe em dois grandes grupos:

  • um que defenda a expansão da agricultura da forma como está ocorrendo, buscando argumentos que a justifiquem;
  • e outro, contrário a esse modelo de desenvolvimento que pode trazer conseqüências desastrosas a médio e longo prazos como, por exemplo, o esgotamento dos solos, a poluição de rios pelos venenos, e os prejuízos sofridos pelas populações locais.

Para o debate são necessários:

  • indicações para pesquisa;
  • organização do tempo;
  • roteiro para que os alunos não se percam etc.

Além disso, é importante combinar como o processo de discussão vai funcionar para que os grupos possam expor seus argumentos e garantir a participação da classe toda.

Cada grupo pode obter informações e preparar seus argumentos por meio de pesquisas na Internet (digitando “cerrado” em um site de busca, por exemplo), ou mesmo procurando especialistas sobre o assunto e fazendo entrevistas. Artigos de jornal sobre o tema são freqüentemente publicados e também podem servir de fonte de informações para os grupos.

Incentive os alunos a preparar da melhor forma possível os argumentos, procurando entender o raciocínio de cada uma das partes envolvidas. Essa é uma boa forma de fazer com que eles compreendam como esses problemas são complexos e não se resolvem com uma tomada de posição simplista.

Edição: Equipe EducaRede

(CC BY-NC Acervo Educarede Brasil)

As múltiplas utilidades da hidroponia.

Disciplina: Biologia
Ciclo: Ensino Médio
Assunto: Desenvolvimento, germinação, cultivo de plantas, fisiologia vegetal, nutrição.
Tipo: Sites

A técnica de cultivo de plantas em água (hidroponia) é um recurso muito interessante para o estudo do desenvolvimento vegetal, germinação de sementes, da fisiologia e nutrição de plantas.

Na hidroponia, as plantas são cultivadas em canais ou recipientes por onde circula uma solução nutritiva composta de água destilada e nutrientes dissolvidos de forma balanceada, de acordo com a necessidade de cada espécie vegetal. Esses canais ou recipientes podem ou não ter algum meio de sustentação para as plantas, como pedrinhas ou areia.

A solução nutritiva é rigorosamente controlada para manter suas características, e periodicamente é feito um monitoramento do pH e da concentração de nutrientes, permitindo às plantas crescerem sob as melhores condições possíveis.

É importante ressaltar que há diferentes técnicas de cultivo, todas elas intimamente ligadas às disponibilidades de espaço e recursos. Uma delas é a Técnica de Filme de Nutriente (NFT), desenvolvida na Inglaterra na década de 70. Esse sistema contém uma bomba que circula continuamente a solução nas raízes da planta.

No Sistema Passivo não há a utilização de nenhum tipo de bombeamento; a nutrição é conduzida às raízes pela capilaridade do substrato.

Onde obter informações:

Cada espécie de vegetal possui um equilíbrio nutricional apropriado para o seu desenvolvimento. Há vários sites e livros nos quais podem ser encontradas informações precisas a respeito das necessidades nutricionais de diferentes espécies.

Sites:
O mundo da hidroponia
Laboratório de agricultura irrigada e hidroponia
Hidroponia

Alface – um modelo para estudos:

A alface é um excelente material para estudos. É fácil cultivá-la, não requer cuidados especiais e pode-se obter uma planta adulta em pouco mais de duas semanas. Ela pode desenvolver-se bem tanto em Sistema Passivo como em NFT – Técnica de Filme de Nutriente.

Texto original: Paulo Roberto da Cunha
Edição: Equipe EducaRede

(CC BY-NC Acervo Educarede Brasil)