Medindo o Atletismo

Disciplina: Educação Física
Ciclo: Ensino Fundamental – 5ª a 9ª
Assunto: Conhecimento corporal
Tipo: Metodologias

Na 5ª ou 6ª série, os professores de Matemática e Educação Física podem desenvolver um trabalho interdisciplinar, envolvendo os conteúdos específicos de sistemas de medida e Atletismo, aliando a teoria e a prática de forma bastante significativa para o aluno.

Nas aulas de Matemática, os alunos podem se apropriar do conceito de medição e conhecer os padrões e instrumentos de medidas. Pode-se, inclusive, fazer uso de um livro paradidático bem interessante sobre o assunto: “Medindo Comprimentos”, de Nilson Machado.

Em Educação Física, o objetivo dessa atividade é oferecer aos alunos oportunidades para ampliar seu conhecimento corporal, por meio de suas próprias medidas e das medidas de suas performances em algumas provas básicas do Atletismo: as corridas, os saltos e os arremessos. A idéia é brincar com as medidas que, apesar de precisas, refletem um resultado relativo a um determinado momento e a uma determinada condição física.

Essa proposta não tem a intenção de estabelecer uma competitividade entre os alunos, em torno das medidas pessoais, e sim permitir a cada um deles um conhecimento maior de suas próprias capacidades, limitações e evolução.

Os professores das duas disciplinas envolvidas devem agendar previamente um encontro para trocar idéias a respeito do trabalho. Em Matemática, os alunos exercitam seus conhecimentos sobre o sistema decimal; já em Educação Física, desenvolvem suas habilidades em saltos e arremessos.

A idéia é que, no início do curso de Atletismo, o professor de Educação Física explique aos alunos a proposta de desenvolver os conteúdos específicos da modalidade, porém com um objetivo mais amplo: não só promover o desenvolvimento das habilidades motoras, mas também propiciar um maior autoconhecimento em relação às capacidades e habilidades individuais.

Cada aluno recebe uma ficha para registrar suas marcas pessoais no decorrer do curso. Essa ficha é preenchida pelo próprio aluno durante a atividade e deve ser deixada com o professor ao fim de cada aula. Para essas marcações, é necessário que o professor reserve algumas canetas para emprestar aos alunos na ocasião.

Cada aula inicia-se com um exame biométrico, para que todos os alunos tenham as medidas atualizadas de seu peso e altura. Essas medidas devem ser anotadas nas fichas pessoais de cada um. Nas aulas de Atletismo, anota-se, no local apropriado da ficha, a melhor marca do dia.

Essa ficha pode servir, posteriormente, para outros objetivos. Ela pode, por exemplo, ser guardada pelo professor de um ano para o outro, permitindo ao aluno acompanhar o seu crescimento e a sua evolução nas provas de Atletismo ao longo de todo o Ensino Fundamental. Para isso, terá de exercitar cálculos matemáticos para estabelecer as diferenças entre as várias marcas.

Depois que os alunos vivenciarem suficientemente o salto em extensão e incorporarem em seu salto as informações técnicas recebidas, o professor trabalha com outra ficha a ser distribuída a todos os alunos.

A Ficha Modelo II é apenas um exemplo de aproximação entre a Educação Física e a Matemática. Mas há outras possibilidades envolvendo mais diretamente as distâncias, ou mesmo os tempos das provas de corridas, o que pode ser explorado em outra atividade.

Para incrementar os cálculos a serem efetuados, o professor pode trazer uma tabela com os recordes brasileiros e mundiais de salto em extensão, nas categorias masculina e feminina, cujas informações podem ser obtidas no site da Confederação Brasileira de Atletismo.

Referência:
MACHADO, Nilson J. Medindo Comprimentos. São Paulo: Scipione, 1997 (Coleção Vivendo a Matemática).

Texto original: Iza Anaclêto e Mônica Arruda Xavier
Edição: Educarede

(CC BY-NC Acervo Educarede Brasil)

Controle de freqüência cardíaca

Disciplina: Educação Física
Ciclo: Ensino Fundamental – 5ª a 9ª
Assunto: Freqüência cardíaca
Tipo: Metodologias

Nas últimas séries do Ensino Fundamental, o trabalho com a freqüência cardíaca pode ser interdisciplinar, envolvendo, por exemplo, Ciências – aparelho circulatório e funcionamento do coração – e Matemática – estatística.

Para começar, organize com os alunos uma pesquisa de dados sobre a variação da freqüência cardíaca de repouso no decorrer da vida – na fase intra-uterina, no recém-nascido, nos primeiros anos de vida – e/ou no grupo familiar: freqüência cardíaca de repouso dos avós, dos pais, dos irmãos. Outro aspecto a ser pesquisado pode ser a freqüência cardíaca de certas espécies animais, comparadas a determinadas características, como tamanho.

É interessante apontar a relação entre freqüência de repouso e atividade física regular, mostrando que a mesma é baixa em atletas, pois o sistema cardiovascular se torna mais eficiente com essa prática. Pode-se ilustrar isso com alguns dados de atletas em destaque, ou organizar uma pesquisa de campo dos alunos, com atletas de clubes de futebol do bairro ou cidade.

O passo seguinte é fazer um acompanhamento da própria freqüência cardíaca: basal, em repouso, logo após a atividade física, e de recuperação, depois que esses conceitos tenham sido explicados em aula e aplicados em situações de campo. Com ela, é possível aumentar a consciência sobre a importância da prática de atividade aeróbia e dos benefícios que ela pode trazer para seus praticantes. Para tanto, apresente a ficha de controle da freqüência cardíaca e estipule o tempo de corrida, segundo a capacidade aeróbia de seus alunos, mantendo-o durante todo trabalho.

Texto original: Iza Anaclêto e Mônica Arruda Xavier
Edição: Educarede

(CC BY-NC Acervo Educarede Brasil)

Tropa de Elite

Disciplina: Matemática, Língua Portuguesa/Literatura, Geografia, História, Ciências
Ciclo: Ensino Médio
Assunto: Corrupção, drogas, violência, juventude
Tipo: Filme

A proposta a seguir é um desafio. Não no sentido de competição, evidentemente, mas de incitamento e provocação. O objetivo é estimular o professor a exercitar uma prática, infelizmente, nada comum nas escolas: a pesquisa de opinião. É também uma provocação, na medida em que se tira das mãos do professor o controle sobre o processo e o resultado da pesquisa, que é repassado aos alunos e às alunas. Ou seja, embora sua presença seja absolutamente fundamental em cada um dos momentos da pesquisa, não é o professor, sozinho, quem deve decidir os rumos que ela vai tomar.

Clique aqui e saiba por que trabalhar o filme

O que se espera desse trabalho pedagógico é que você, professor, não seja um “transmissor de conteúdos”, mas sim um mediador das relações que se estabelecerão a partir da atividade a ser realizada. Por quê? Por uma razão muito simples: a dimensão do tema proposto. Embora as ciências biológicas e jurídicas, por exemplo, há muito tempo tenham se posicionado em relação ao uso das drogas e, portanto, tenham muito a dizer a esse respeito, os negócios com produtos ilícitos aumentaram de tal forma –  uma vez que muitos jovens entraram no jogo – que se esperam outras abordagens sobre o assunto.

Quer dizer: se tem oferta crescente é porque há procura crescente. Seja por mera curiosidade, seja por necessidade de se sentir respeitado pelos amigos, seja por dependência química de tais produtos, o fato é que o tema das drogas não pode ser ignorado. Ao contrário, precisa ser encarado pela escola como um todo e, particularmente, por você, que todos os dias tem, bem à sua frente, adolescentes e jovens atentos não somente em saber o que você pensa sobre as coisas em geral, mas, sobretudo, como se comporta perante aquelas que, como as drogas, atingem tantas pessoas.

Sendo assim, ao que parece, restam duas opções. Ou o professor se apresenta com um discurso elaborado à base do pode-não-pode, do certo ou errado, do deve ou não deve, e, decididamente, contribui para que a conversa se encerre aí, mantendo uma perspectiva puramente moralizante; ou é suficientemente corajoso para levar para a sala um tema que, por envolver a todos, se constitui num problema social. Neste caso, certamente, você estará colaborando para que os alunos possam manifestar o que sentem e pensam sobre o assunto e, com base nisso e no que você tem a dizer, decidam o que querem para si mesmos e para os outros.

Propomos, então, que você, convencido pelas razões que justificam a segunda opção, adote os seguintes procedimentos, que duram cerca de um mês ou oito horas-aula:

1. Assista ao filme junto com seus alunos.

2. Em sala de aula, peça que cada um dos grupos discuta um aspecto abordado pelo filme. Exemplos:

  • drama vivido pelo Capitão Nascimento: estressado pela guerra diária do BOPE e profundamente humano com a morte de um garoto do morro e com o nascimento do filho;
  • características pessoais de Neto e Matias, candidatos à substituição de Nascimento no comando da Tropa de Elite;
  • significado do lema da Tropa: “faca na caveira e nada na carteira”.

3. Na aula seguinte, prepare a turma para uma pesquisa de opinião. Esta é, seguramente, uma das formas mais interessantes dos nossos alunos produzirem conhecimentos. Com base no levantamento e na discussão dos aspectos do filme, proponha a escolha de um deles para ser o objeto da pesquisa. Após a definição do tema, é preciso seguir alguns passos:

  • cada aluno ou cada grupo de alunos deve elaborar 5 perguntas e 3 alternativas de respostas sobre o tema;
  • oriente-os para que as questões sejam extremamente objetivas, isto é, tanto perguntas quanto respostas não podem dar margens a interpretações diferentes do que o pesquisador quer saber. Em geral, eles participam ativamente desse momento, buscando as palavras mais adequadas que deverão constar do questionário; exemplo:

Você é a favor da descriminalização da droga?
a) Sim
b) Não
c) Não sei

  • promova um debate para que cada um ou cada grupo possa apresentar as questões elaboradas, justificando-as e submetendo-as à apreciação dos colegas; se for o caso, encaminhe um processo de votação para escolher as 5 questões mais bem formuladas para serem posteriormente aplicadas;
  • decida com a turma o universo da pesquisa, isto é, quantas pessoas serão convidadas a responder as perguntas elaboradas pelos alunos; convém lembrá-los que nem sempre a pessoa abordada está disposta, tem interesse ou aceita ser entrevistada – atitude que deve ser inteiramente respeitada pelo entrevistador;
  • prepare com eles o cabeçalho da folha de pesquisa; a ficha deve conter somente:

Título (Pesquisa sobre….)
Local e data de sua realização
Idade e sexo do entrevistado ou entrevistada
Nome do pesquisador
Cinco perguntas com as respectivas alternativas;

  • solicite que um deles digite a folha de pesquisa e combine com a turma a distribuição das cópias da ficha padrão para cada aluno;
  • oriente-os para que sejam respeitosos e corteses com os entrevistados.

4. Não é preciso mais do que uma semana para que os alunos dêem conta dessa tarefa que, acreditem, será muito prazerosa para eles e para você também.

Diga a eles que, após terem feito individualmente as pesquisas, devem também tabular os dados. Para tanto é necessário, primeiro, que anotem o número total de entrevistados. Depois, para cada uma das 5 perguntas

  • quantos responderam alternativa A
  • quantos responderam alternativa B
  • quantos responderam alternativa C

Com esses dados, e aplicando a regrinha de três, é possível transformar em gráfico os resultados da pesquisa.

Tanto a coleta quanto a tabulação dos dados são atividades que podem ser (aliás, convém que sejam) realizadas fora do horário das aulas. Para a tabulação dos dados e apresentação em gráfico da pesquisa, oriente-os para que, caso seja necessário, busquem apoio de outros professores, de familiares e de amigos.

5. No seu próximo encontro com a turma, sugira que formem grupos de 5 alunos e, a partir dos gráficos elaborados individualmente, seja feito um outro, agora do grupo, para ser apresentado a todos os colegas. Após as apresentações, é sua vez de, junto com eles, preparar o resultado final da pesquisa.

6. Serão necessários ainda, pelo menos, dois encontros para finalizar essa proposta de produção de conhecimentos. Primeiro, para discutir o processo da pesquisa, é muito importante que você dê espaço para que os alunos contem como tudo aconteceu, o que sentiram e pensaram ao prepararem e realizarem a pesquisa, as abordagens e reações dos entrevistados, as dificuldades encontradas, as situações engraçadas que vivenciaram etc.

Depois, com o resultado final da pesquisa devidamente tabulado, é hora de provocá-los para que, individualmente e em grupos, tentem interpretar as respostas. Peça a eles que produzam pequenos textos opinativos sobre o tema da pesquisa, comparando e citando os percentuais obtidos.

Depois dessa empreitada, que sem dúvida alguma será muito gratificante para você, é  importante que você se esforce em tornar públicos os resultados da pesquisa. Importantíssimo para os seus alunos, que terão o trabalho reconhecido e; claro, para você, que ousou coordenar uma atividade cujos resultados são socialmente tão significativos.

Que o maior número de pessoas tenha acesso a essa verdadeira produção de conhecimentos não somente é desejável, mas fundamental para que a sociedade tenha uma oportunidade real de saber mais sobre si mesma. Veja algumas sugestões.

Referência

Tropa de Elite, de José Padilha. Brasil, 2007, 118 minutos

Conta o dia-a-dia de policiais do BOPE – (Batalhão de Operações Policiais Especiais). Querendo deixar a corporação, o capitão do batalhão tenta encontrar um substituto para seu posto. Ao mesmo tempo, dois amigos de infância se tornam policiais e se destacam pelo modo honesto e honrado de realizar suas funções, não se conformando com a corrupção na qual estão envolvidos tanto os seus iguais quanto os seus superiores. A classificação do filme é 16 anos.

Assista a trechos do filme

Texto Original: Donizete Soares

Edição: Equipe EducaRede

(CC BY-NC Acervo Educarede Brasil)

Tangran

Tangran

Disciplina:

Matemática

Ciclo: Ensino Médio
Assunto: Geometria, Geometria Plana
Tipo: Materiais didáticos

Objetivo:  Proporcionar uma retomada do aprendizado sobre polígonos, através de um jogo de quebra-cabeça; resolver problemas de revestimento do plano, a partir da composição, decomposição e recomposição de figuras; reconhecer propriedades relativas aos polígonos; aplicar os conceitos de área e perímetro na resolução de uma determinada situação-problema.

Pré-Requisito: – Polígonos; – Área e perímetro.

Observações: O professor pode usar a atividade e apresentar algumas questões para os alunos. Veja Guia do Professor.

Autoria: Carmem Paggy, Celso de Oliveira Faria, Anna Christina de Azevedo Nascimento, César Nunes – RIVED/SEED/MEC

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Texto Original: RIVED

 (CC BY-NC Acervo Educarede Brasil)
30/08/2007

Número: contagem, medição, ordenação ou codificação?

Número: contagem, medição, ordenação ou codificação?

Disciplina:

Matemática

Ciclo: Ensino Fundamental – 1ª a 4ª
Assunto: Números
Tipo: Texto

Assim como as palavras escritas, os números estão presentes no nosso cotidiano de uma forma tão natural, que os diferentes significados que eles assumem passam desapercebidos.

Tomar ciência desses diferentes significados – resultantes de contagem, medição, ordenação ou codificação –, em situações que demandam identificação, possibilita um maior domínio do seu uso. Por isso, é importante desenvolver com os alunos a habilidade de leitura e escrita dos números, a partir da observação de seus significados e usos.

Para trabalhar essas questões, o professor pode propor aos alunos a leitura do texto Significados e Usos dos Números, de César Coll e Ana Teberosky.

Se houver alunos com dificuldade de leitura, o professor ou colega pode ajudá-los, lendo o texto para eles. Os que ainda apresentam dificuldades na escrita devem ser incentivados a ditar o que têm a dizer para que outros escrevam, ou registrar como souberem (inclusive por meio de desenhos).

Após a leitura, os alunos, em pequenos grupos, devem preencher a tabela a seguir, explicitando as situações contidas no texto que podemos associar à contagem, medição, ordenação e codificação, por exemplo:

Contagem
Medição
Ordenação
Codificação
Quantificar o número de alunos presentes na aula
Quantificar a altura dos alunos
Identificar os resultados finais de uma maratona
Identificar as pessoas pelo RG

Um dos grupos apresenta a sua tabela e, caso haja divergência, inicia-se uma discussão para esclarecimento das dúvidas. A intervenção do professor deve ser no sentido de problematizar (apresentando outras situações), estimulando a participação dos alunos, e não de expor a resposta esperada a solução do problema.

Em seguida, cada aluno produz um texto com exemplos dos quatro significados e usos dos números. Dessa forma, o professor terá um diagnóstico da aprendizagem deles sobre os diferentes significados que podem ser associados aos números.

Caso perceba alguma dificuldade, o professor pode escolher um texto representativo de algum aluno e propor sua reescrita com ajuda do autor e da classe.

Referência:
COLL, César & TEBEROSKY, Ana. Aprendendo Matemática. São Paulo: Ática, 2000.

Texto original: Edna Aoki
Edição: Equipe EducaRede

(CC BY-NC Acervo Educarede Brasil)

Geometria

Geometria

Disciplina:

Matemática

Ciclo: Ensino Médio
Assunto: Geometria, Geometria espacial
Tipo: Materiais didáticos

Objetivo:  I – Representação e Comunicação: Ler e interpretar diferentes representações das formas bidimensionais e tridimensionais no cotidiano; Traduzir as formas geométricas tridimensionais em representações bidimensionais e vice-versa; Sistematizar por meio da comunicação verbal ou escrita as relações presentes no estudo dos poliedros e polígonos; II – Investigação e Compreensão: Investigar e identificar as relações envolvidas na construção e representação das formas geométricas planas e espaciais; Reconhecer e situar os sólidos na interpretação das construções arquitetônicas; Identificar regularidades nos sólidos; Reconhecer a existência de invariantes e identidades nos sólidos; Perceber as relações e identidades entre diferentes formas de representação das formas tridimensionais incluindo a sua planificação; Adquirir uma compreensão do mundo do qual as formas geométricas são partes integrantes, focalizando a atenção numa figura e desconsiderando os marcos estranhos que o rodeiam. III – Contextualização sócio-cultural: Compreender as formas geométricas planas e espaciais como parte integrante da cultura contemporânea, sendo capaz de identificar sua presença nas construções arquitetônicas.

Pré-Requisito: Noções de figuras planas

Autoria: Carmem Paggy, Celso de Oliveira Faria, Anna Christina de Azevedo Nascimento, César Nunes – RIVED/SEED/MEC

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Texto Original: RIVED

 (CC BY-NC Acervo Educarede Brasil)
29/08/2007

Construindo relações Trigonométricas

Construindo relações Trigonométricas

Disciplina:

Matemática

Ciclo: Ensino Médio
Assunto: Trigonometria
Tipo: Materiais didáticos

Objetivo:

  • Escrever as relações trigonométricas fundamentais;
  • Resolver problemas que envolvam as relações trigonométricas;
  • Calcular lados e ângulos de um triângulo retângulo utilizando razões trigonométricas;
  • Analisar e resolver problemas que envolvam os conceitos trigonométricos;
  • Resolver problemas práticos aplicando razões trigonométricas em triângulo retângulo.

Pré-Requisito: Para fazer essa atividade, o aluno deverá ter conhecimento de ângulo, das relações entre os ângulos e lados do triângulo retângulo e das razões seno, cosseno e tangente.
Observações: Este objeto foi desenvolvido a partir da analise dos objetos disponibilizados no site do Rived e também da pesquisa e mapeamento da necessidade de objetos de aprendizagem que abordassem o conteúdo de trigonometria.

Autoria: Lóren Grace Kellen Maia Amorim – Universidade Federal de Uberlândia – MG

Tipo de Atividade: Aplicação dos Conceitos Trigonométricos

Avaliação da Atividade: Sugerimos que o professor faça uma socialização das atividades que os alunos pesquisaram dando a oportunidade de todos aprenderem um pouco mais e até mesmo para verificar se os objetivos foram alcançados.

Contexto da Atividade: O professor poderá dividir os alunos em duplas para estimular o trabalho em grupo e facilitar o seu desenvolvimento na atividade. Os alunos poderão levar para o laboratório um caderno para anotações, lápis e borracha. O objeto possui calculadora e a tabela de ângulos notáveis.

Tempo Previsto para Atividade: A atividade deverá ser realizada no período de 1h/aula no laboratório de informática e uma 2h/aula na sala de aula(sendo uma antes da aula no laboratório e outra depois).

Guia do Professor: 1) O professor observa o aluno sem interferir. 2) O professor discute com o aluno os conceitos presentes da atividade 1, após o aluno completar o passo 16. 3) O professor observa aluno sem interferir. 4) O professor discute com o aluno a relação entre o ângulo e o comprimento da escada, após o passo 19. 5) O professor observa aluno sem interferir. 6) O professor discute com o aluno os conceitos presentes na atividade 2. 7) O professor observa o aluno sem interferir. 8) O professor resgata do aluno, por meio de discussões, alguns conceitos envolvidos na atividade 2, como as relações trigonométricas. 9) O professor encerra a atividade.

Clique aqui e conheça o conteúdo produzido para o Rived

Texto Original: RIVED

(CC BY-NC Acervo Educarede Brasil)

Semelhança de triângulos e determinação de alturas

Semelhança de triângulos e determinação de alturas

Disciplina:

Matemática

Ciclo: Ensino Médio
Assunto: Utilização de semelhança de triângulos
Tipo: Metodologias

Há muitas situações de observação de paisagens nas quais a determinação da altura de algum objeto surge como um problema a ser resolvido.

Qual a altura daquela casa, daquele prédio, daquele barranco, daquela árvore?

Nesta atividade, os alunos podem aprender facilmente como determinar a altura de objetos por meio da aplicação da semelhança de triângulos. O procedimento é bastante simples e o professor de Matemática pode apresentá-lo à turma propondo que os alunos expliquem como ele funciona.

Material necessário:

  • Uma vareta de madeira reta de pelo menos dois metros de altura.
  • Uma fita métrica.

Obs.: Uma limitação para o uso desse procedimento é que o chão no local da medida precisa ser horizontal.

Procedimento para a determinação da altura:

  1.  A partir da base do objeto a ser medido (casa, árvore), contam-se 27 passos e marca-se o ponto alcançado no chão, que chamaremos ponto B.
  2. Em seguida, contam-se mais três passos, e marca-se novamente o ponto no chão, que chamaremos ponto C.
  3. Um aluno coloca a vareta verticalmente sobre o ponto B.
  4. Outro se deita no chão e olha, a partir do ponto C, de modo a “mirar” o topo do objeto a ser medido, traçando com o olhar uma reta que vai do ponto C até o topo do objeto, ponto D (veja a figura).
  5. Quem está no chão indica para o outro aluno, que está segurando a vareta, em que ponto a linha que liga seu olhar ao topo do objeto passa pela vareta.
  6. A pessoa que está segurando a vareta marca o ponto indicado na própria (ponto E).
  7. Mede-se a altura desse ponto marcado na vareta. A altura do objeto é dez vezes essa altura.

Esse procedimento pode ser apresentado aos alunos como um problema. Eles têm que explicar por que a altura do objeto é dez vezes a altura do ponto marcado na vareta.

Outra pergunta que pode ser feita a eles: esse método só é válido quando o objeto a ser medido está na vertical, isto é, formando um ângulo de 90° com o chão. Como poderíamos medir a altura do topo de uma árvore inclinada?

A resposta a esta questão é: basta traçar, aproximadamente, a vertical que vai do topo da árvore até o chão. Esse passa a ser o ponto E. Então, os 27 passos serão contados a partir desse ponto, em vez, de começar junto ao ponto em que a árvore toca o solo.

Para explicar por que a altura do objeto é dez vezes a altura do ponto marcado na vareta, é só fazer uma proporção, utilizando semelhança de triângulos.

Edição: Equipe EducaRede

 (CC BY-NC Acervo Educarede Brasil)
23/09/2004

Montando Mosaicos

Montando Mosaicos

Disciplina:

Matemática

Ciclo: Ensino Médio
Assunto: Geometria, Geometria Plana, Medidas
Tipo: Materiais didáticos

Objetivo:  Identificar e reconhecer no processo de construção de mosaicos que existe uma relação entre ângulos; Ser capaz de construir diferentes mosaicos utilizando apenas um tipo de polígono, numa combinação de cores, de forma a reconhecer a composição de outros polígonos; Perceber a necessidade de composição e decomposição de figuras na pavimentação de uma superfície, reconhecendo suas aplicações em objetos do dia-a-dia.

Pré-Requisito: Identificar e reconhecer polígonos regulares e seus elementos; Construir mosaicos.

Autoria: Carmem Paggy, Celso de Oliveira Faria, Anna Christina de Azevedo Nascimento, César Nunes – RIVED/SEED/MEC

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Texto Original: RIVED

(CC BY-NC Acervo Educarede Brasil)

Funções Lineares e Quadráticas

Funções Lineares e Quadráticas

Disciplina:

Matemática

Ciclo: Ensino Médio
Assunto: Função Algébrica, Função de 1º grau, Função de 2º grau, Funções, Gráficos
Tipo: Materiais didáticos

Objetivo:  Reconhecer o que é uma função linear e quadrática; analisar e definir as diferentes variáveis que afetam uma função; comparar e interpretar os coeficientes num gráfico de funções; apresentar graficamente equações lineares e quadráticas; prever o comportamento de uma função.

Pré-Requisito: Solucionar equações, dada uma variável; desenhar um plano cartesiano

Autoria: Sergio Gotti, César Nunes, Anna Christina de Azevedo Nascimento, Oort tecnologias

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Texto Original: RIVED

 (CC BY-NC Acervo Educarede Brasil)
29/08/2007