Vendo o mundo com outros olhos

Disciplina: Biologia
Ciclo: Ensino Médio
Assunto: Genética, probabilidade
Tipo: Materiais didáticos

Objetivo:

  • Estimular a percepção dos alunos com relação aos conceitos biológicos envolvidos em situação cotidiana e entender casos especiais de genes recessivos ligados ao sexo, que são situados em região especial apenas do cromossomo X.
  • Relacionar características fenotípicas e genotípicas dos indivíduos.
  • Calcular probabilidades não apenas de indivíduos daltônicos, mas as demais probabilidades reais envolvidas, principalmente as que são ligadas ao sexo como a hemofilia.
  • Comparar com os colegas a diversidade de casos que envolvem esses conceitos de genética e probabilidade.

Clique aqui e conheça o conteúdo

Texto Original: Rived

(CC BY-NC Acervo Educarede Brasil)

O trabalho de Mendel com ervilhas

Disciplina: Biologia
Ciclo: Ensino Médio
Assunto: Anatomia, estatística, genética, seres vivos
Tipo: Materiais didáticos

Objetivo:  Compreender algumas das idéias apresentadas por Mendel, principalmente a segregação dos fatores. Conhecer os experimentos que permitiram Mendel chegar às idéias de segregação dos fatores. Elaborar esquemas para resumir os trabalhos de Mendel.

Pré-Requisito: A reprodução das angiospermas

Autoria: Miguel Thompson, Rodrigo Venturoso, Anna Christina de Azevedo Nascimento, Wellington Moura Maciel, Diogo Pontual, Juliana Rangel, Silvana Nietske, Danilson de Carvalho – SEED/MEC

Clique aqui e conheça o conteúdo

Texto Original: Rived

(CC BY-NC Acervo Educarede Brasil)

O caso do rebanho de Jacó

Disciplina: Biologia
Ciclo: Ensino Médio
Assunto: Biodiversidade, evolução, genética, população, probabilidade, saúde, seres vivos, sexualidade
Tipo: Materiais didáticos

Objetivo:  Reconhecer que indivíduos que apresentam um mesmo fenótipo podem apresentar genótipos diferentes. Elaborar suposições sobre o fenômeno estudado.

Pré-Requisito: Não há.

Observações: Dentre as idéias iniciais, caso o professor encontre um predomínio de palavras como DNA, gene, cromossomo, material genético, ele deve realizar a atividade 4 para organizar tais idéias. Nesse caso, a atividade 2 será realizada em outro momento. Caso o predomínio seja de expressões como gametas, dominante, recessivo, heterozigoto, homozigoto, o professor pode prosseguir com a atividade 2.

Autoria: Miguel Thompson, Rodrigo Venturoso, Anna Christina de Azevedo Nascimento, Wellington Moura Maciel, Diogo Pontual, Juliana Rangel, Silvana Nietske, Danilson de Carvalho – SEED/MEC

Clique aqui e conheça o conteúdo

Texto Original: Rived

(CC BY-NC Acervo Educarede Brasil)

Mendel não sabia disso…

Disciplina: Biologia
Ciclo: Ensino Médio
Assunto: Estatística, genética
Tipo: Materiais didáticos

Objetivo:  Relacionar os conceitos modernos da Genética com as idéias de Mendel.

Pré-Requisito: Ter realizado a atividade 4, ter trabalhado citologia – mitose, meiose e síntese de proteínas.

Autoria: Miguel Thompson, Rodrigo Venturoso, Anna Christina de Azevedo Nascimento, Wellington Moura Maciel , Diogo Pontual, Juliana Rangel, Silvana Nietske, Danilson de Carvalho – SEED/MEC

Clique aqui e conheça o conteúdo

Texto Original: Rived

(CC BY-NC Acervo Educarede Brasil)

Genética – As idéias de Mendel

Disciplina: Biologia
Ciclo: Ensino Médio
Assunto: Estatística, genética, probabilidade, saúde, sexualidade
Tipo: Materiais didáticos

Objetivo:  Relacionar os conceitos de célula, gene, alelos, DNA e cromossomo; reconhecer que indivíduos que apresentam um mesmo fenótipo podem apresentar genótipos diferentes; elaborar suposições sobre os fenômenos estudados; elaborar esquemas para resumir os experimentos de Mendel; interpretar textos sobre célula, cromossomos, DNA, etc; compreender algumas das idéias apresentadas por Mendel, principalmente a segregação dos fatores; conhecer os experimentos que permitiram Mendel chegar as idéias de segregação dos fatores; propor hipóteses sobre herança aplicando as idéias de Mendel; testar hipóteses sobre herança; relacionar os conceitos modernos da Genética com as idéias de Mendel.

Pré-Requisito: O aluno deve ter trabalhado os tópicos de Citologia e a reprodução (principalmente a de angiospermas).

Autoria: Miguel Thompson, Rodrigo Venturoso, Anna Christina de Azevedo Nascimento, Wellington Moura Maciel, Diogo Pontual, Juliana Rangel, Silvana Nietske, Danilson de Carvalho – RIVED/SEED/MEC

Clique aqui e conheça o conteúdo

Texto Original: Rived

(CC BY-NC Acervo Educarede Brasil)

Extração de DNA de cebola

Disciplina: Biologia
Ciclo: Ensino Médio
Assunto: Genética, Biologia Molecular
Tipo: Metodologias

Para iniciar um trabalho sobre material genético, em Genética ou Citologia, pode-se realizar uma experiência de extração total de DNA de células de cebola. A atividade é relativamente simples e pode ser realizada na própria sala de aula.

No entanto, antes de iniciá-la, o professor deve propor aos alunos uma conversa, levantar as expectativas que eles têm sobre o assunto e registrá-las. É importante, também, solicitar que façam um levantamento, em casa ou na biblioteca, sobre a forma como o DNA encontra-se nas células e estabelecer um significado para a expressão “extração de DNA”.

As substâncias químicas presentes no interior das células interferem em toda a organização e funcionamento do organismo dos seres vivos. A substância central nesse processo é o ácido desoxirribonucléico, ou simplesmente DNA.

O processo de extração de DNA é o começo do estudo molecular dos genes. A partir do isolamento (extração) da substância química DNA, é possível, por meio de diferentes métodos químicos, identificar genes, fazer o seqüenciamento de nucleotídeos que compõem esse DNA e localizar seqüências homólogas (iguais ou similares) a seqüências encontradas em outros seres vivos. Mãos à obra!

Material:

  • 1 cebola grande
  • 1 faca de cozinha
  • 1 colher de sopa ou copinho plástico para café
  • 1 colher de chá
  • equipamentos para realizar um banho-maria (+ou-60º C): cuba, tela de amianto, tripé e termômetro
  • água filtrada
  • sal de cozinha
  • detergente neutro incolor para louça
  • álcool etílico 95% gelado (abaixo de 4º C)
  • gelo
  • gelo seco (para resfriar o álcool)
  • bastão de vidro ou palito de dente
  • filtro de café
  • 2 copos de vidro transparente
  • 1 funil
  • 2 caixas de isopor (uma com gelo seco para estocagem do álcool e outra com gelo para uso dos alunos)Procedimento:O professor, em qualquer experimento, deve tomar todas as precauções necessárias para a manipulação de materiais, de modo a prevenir qualquer tipo de acidente com os alunos.
  • Pique a cebola em pedaços pequenos, com cerca de 0,5 cm;
  • Coloque 4 colheres de sopa (ou 1 copinho para café) de detergente e 1 colher de chá de sal em meio copo de água. Mexa bem até dissolver completamente o sal e o detergente;
  • Acrescente a cebola picada ao copo e deixe a mistura em banho-maria por cerca de 15 minutos. Caso não seja possível colocar em banho-maria, deixe a mistura de cebola, detergente e sal exposta ao sol por aproximadamente 30 minutos (sol forte e sem vento). Durante esse tempo de espera, pode-se aproveitar para comentários e questionamentos.
  • Resfrie a mistura rapidamente, colocando o copo no gelo por 5 minutos;
  • Filtre a mistura recolhendo o líquido filtrado no copo limpo;
  • Adicione 1/2 copo de álcool gelado* ao líquido filtrado, deixando-o escorrer vagarosamente pela borda; não se deve deixar o álcool misturar-se com o líquido filtrado. Formam-se duas fases bem nítidas – a superior alcoólica e a inferior aquosa. Entre as duas fases, forma-se uma faixa esbranquiçada ou viscosa, menos evidente, que concentra a maior parte do DNA extraído;
  • Mergulhe o bastão ou um palito de dente no copo e, com movimentos circulares, procure movimentar a faixa intermediária esbranquiçada. Dependendo da quantidade de DNA, será possível ver que uma substância viscosa se adere ao palito ou bastão.Depois de pescar o DNA de cebola com o palito, é comum que alguns alunos queiram levar o material ao microscópio para visualizá-lo. Deixe que façam isso, se for possível. Logo perceberão que não podem distinguir nada, uma vez que o poder de resolução do microscópio óptico não é suficiente para revelar a estrutura da molécula de DNA.Durante e depois da experiência, o professor pode colocar questões que estimulem os alunos a refletirem sobre o experimento que realizaram. É importante que eles descrevam suas observações e impressões sobre esse experimento.

    Propor aos alunos que eles:

  • Identifiquem que relações têm a substância viscosa do experimento com as imagens de DNA que aparecem nos livros didáticos. Essa é uma boa oportunidade para discutir o significado dos modelos de representação utilizados nos livros didáticos.
  • Expliquem o porquê da utilização do detergente nesse experimento.
  • Pensem por que foi necessário manter a mistura de cebola e detergente em banho-maria ou aquecida ao sol.
  • Descubram de que forma o papel do calor poderia ser testado.
  • Expliquem o fato de o álcool e a água formarem fases distintas.*Álcool gelado: a temperatura do álcool é um fator determinante nesse experimento. No caso, quanto mais gelado melhor. O álcool deve estar a uma temperatura abaixo de –4° C.Texto original: Paulo Roberto da Cunha
    Edição: Equipe EducaRede

(CC BY-NC Acervo Educarede Brasil)

Do DNA ao cromossomo

Disciplina: Biologia
Ciclo: Ensino Médio
Assunto: Genética
Tipo: Metodologias

No estudo da Genética, freqüentemente os alunos encontram dificuldade em estabelecer a relação entre DNA, gene, cromatina e cromossomo. A construção de um modelo de cromossomo pode ser uma boa alternativa para solucionar as dúvidas quanto à organização do material genético. Esse modelo pode ser confeccionado utilizando-se materiais baratos ou mesmo sucatas.

Materiais:

  • Bastões: podem ser flutuadores de espuma (normalmente utilizados por crianças em piscinas); ou espuma antichama (utilizada para recobrir canos de cobre para gás e água quente); ou mesmo rolos de papelão utilizados em papel toalha etc.
  • Linha para bordado: duas cores contrastantes
  • Fitas adesivas ou tiras de papel de diferentes cores
  • Cola, tesoura, estilete

Os alunos podem representar pares de cromossomos homólogos (que possuem o mesmo tamanho, forma e cor) com bastões, nos quais devem marcar a localização de diferentes genes com as fitas coloridas ou tiras de papel.

Com as linhas de bordado, podem representar a molécula de DNA: trançando duas linhas de cores contrastantes, se obtém uma estrutura em dupla hélice. Um longo fragmento de DNA (feito com as linhas de bordar) pode ser encaixado na posição de um dos genes.

Além da experiência prática de lidar com a relação espacial entre DNA, gene e cromossomo, os alunos podem também explorar e representar diferentes alelos para um mesmo gene. Com esse modelo é possível trabalhar o conceito de alelos gênicos (variações genéticas para um mesmo lócus).

Com algumas mudanças, é possível utilizar esses modelos de cromossomos para evidenciar o processo de recombinação cromossômica (permuta ou crossing-over), que ocorre na meiose. Nesse caso, deve-se preparar uma cópia idêntica de cada cromossomo homólogo. Com o auxílio de estilete e cola, as duas cópias de cada cromossomo homólogo devem ser unidas, formando uma tétrade (quatro cromossomos), evidenciando o processo de recombinação.

Texto original: Paulo Roberto da Cunha
Edição: Equipe EducaRede

(CC BY-NC Acervo Educarede Brasil)

Colocando as coisas no lugar

Disciplina: Biologia
Ciclo: Ensino Médio
Assunto: Estatística, genética, probabilidade
Tipo: Materiais didáticos

Objetivo:  Relacionar os conceitos de célula, gene, alelos, DNA e cromossomo; interpretar textos.

Pré-Requisito: Ter trabalhado os tópicos de Citologia.

Autoria: Miguel Thompson, Rodrigo Venturoso, Anna Christina de Azevedo Nascimento, Wellington Moura Maciel, Diogo Pontual, Juliana Rangel, Silvana Nietske, Danilson de Carvalho – SEED/MEC

Clique aqui e conheça o conteúdo

Texto Original: Rived

(CC BY-NC Acervo Educarede Brasil)

Ciclo Menstrual

Disciplina: Biologia
Ciclo: Ensino Médio
Assunto: Biologia geral, ética, genética, seres vivos
Tipo: Materiais didáticos

Objetivo:  Interpretar e utilizar diferentes formas de representação (tabelas, gráficos, expressões, ícones…); identificar, analisar e aplicar conhecimentos sobre valores de variáveis, representados em gráficos, diagramas ou expressões algébricas, realizando previsão de tendências, extrapolações, interpolações e interpretações; formular questões a partir de situações reais e compreender aquelas já enunciadas; prever o período fértil de uma mulher; julgar ações de intervenção, identificando aquelas que visam à preservação e à implementação da saúde individual, coletiva e do ambiente. Identificar as relações entre o conhecimento científico e o desenvolvimento tecnológico, considerando a preservação da vida, as condições de vida e as concepções de desenvolvimento sustentável.

Pré-Requisito: Compreender que os sistemas fisiológicos nos seres vivos estão integrados; Descrever dados apresentados em gráficos.

Observações: É importante que o professor entenda que a discussão não deve se limitar aos aspectos biológicos. Por outro lado, quando o assunto suscitar o juízo de valores, o professor deve tomar cuidado para não inculcar nos estudantes seus próprios valores. Sobretudo, os estudantes devem discutir entre si a questão da contracepção.

Autoria: Miguel Thompson, Rodrigo Venturoso, Anna Christina de Azevedo Nascimento, Wellington Moura Maciel, Diogo Pontual, Juliana Rangel, Silvana Nietske, Kleber Sales – SEED/MEC

Clique aqui e conheça o conteúdo

Texto Original: RIVED

(CC BY-NC Acervo Educarede Brasil)

A convivência humana

A convivência humana

Disciplina:

História

Ciclo: Ensino Fundamental – 5ª a 9ª
Assunto: Ética
Tipo: Texto

O livro “O Que Fazer? Falando de Convivência”, de Liliana e Michele Iacocca, pode contribuir para a discussão sobre um tema importante: a convivência humana.

Instigante e divertido, o livro está dividido em três partes: na primeira, apresentam-se ao leitor algumas situações conflituosas com que todo jovem se defronta e cujas respostas envolvem valores, sentimentos, emoções.

Depois de reconhecer que nem sempre sabemos qual a melhor decisão a tomar, na segunda parte, as autoras fazem um passeio pela história, mostrando respostas elaboradas em diferentes épocas para perguntas cruciais: O que é certo? O que é errado? Como ser? O que é justo? O que é injusto? O que é bom? O que é mau? Em rápidos e divertidos quadros, essas respostas são apresentadas, passando pela filosofia, pela religião, pela ciência e pela luta contra as injustiças.

Na terceira parte, retoma-se o cotidiano dos jovens para discutir e problematizar as mudanças – para melhor – no mundo e as permanências da fome, das injustiças, do desrespeito aos direitos dos outros.

Por fim, o livro se fecha com uma série de sugestões de “coisas a fazer”, a maioria delas ao alcance de qualquer pessoa, pois apontam para o sonho e para a construção de relações mais amorosas.

Ressaltar essa estrutura ajuda a planejar um trabalho bem interessante com o livro: na primeira parte fica bem uma rodada de discussão sobre as situações-problema colocadas. Na segunda, os contextos históricos podem se constituir em temas de pesquisa, visando a ampliação de conhecimentos: a Grécia Antiga, o Cristianismo, a França Revolucionária e outros.

Referência:
IACOCCA, Liliana & IACOCCA, Michele. O que fazer? Falando de convivência. São Paulo: Ática, 1999.

Texto original: Ronilde Rocha Machado
Edição: Equipe EducaRede

 (CC BY-NC Acervo Educarede Brasil)
30/05/2002